24.12.10

publicado por José Oliveira às 23:06

19.07.10

"Fly, my brother,

Do not stop.

Fly before night falls...

Do not forget that our life is to fly!"

 

Calmeiro Matias

publicado por José Oliveira às 20:37

18.07.10

Grande festa!

publicado por José Oliveira às 22:43

27.03.10

Deixa-me aproveitar para me encontrar contigo, agora que o tempo parou e o espaço foge lá fora. Deixa-me desenhar em ti os meus próprios contornos, deixa-me mostrar-te de que sou feito e o que me move.

 

Sou uma infinidade de sonhos alimentados pela insaciável vontade de crescer a caminhar. Sou tudo o que já te fez chorar, mas sou especialmente aquilo que já nos fez sorrir enquanto nos abraçávamos e beijávamos. Sou verdadeiramente aquele que mais ninguém conhece como tu, pois já deixei de me mover por ti para me mover contigo.

 

Dançamos de olhos fechados ao som de qualquer música. Brilhamos em cima do palco construído pelas nossas conquistas e pelas nossas metas. Deixa-me ser o que quisermos, mas não me deixes cair a meio da dança.

publicado por José Oliveira às 13:12

05.02.10

Eu quero apenas amar-te lentamente

Como se todo o tempo fosse nosso

Como se todo o tempo fosse pouco

Como se nem sequer houvesse tempo.

publicado por José Oliveira às 09:30

28.12.09

 

Abba,

 

Arromba as janelas e as portas do meu coração sempre que eu insistir em fechá-las. Transforma a minha casa e inquieta o mais íntimo de mim para que Te saiba procurar em cada experiência. Mantém-me em desassossego para que Te procure sempre. Cada vez mais.

publicado por José Oliveira às 03:49

17.12.09

A respiração não tem grande mistério: inspirar, expirar, inspirar, expirar. Sempre igual. A única coisa que varia é o ritmo deste processo. Umas vezes mais rápido, outras mais lento, o ritmo da respiração não pede licença para se alterar e adapta-se às exigências do corpo para o manter em pleno funcionamento. Mas não é só a parte física que exige uma boa respiração para se manter saudável, também a parte psicológica (que inclui a mental e a afectiva) necessita de uma.

 

A grande dificuldade de ter uma boa respiração que alimente a parte psicológica da forma desejada é conseguir controlá-la. Ao contrário da respiração como processo fisiológico, o ritmo desta respiração não se adapta às necessidades de forma automática. O ritmo desta respiração precisa de ser regulado e esta regulação tem imensas implicações. Para fazer uma regulação correcta do ritmo da respiração que mantenha o normal funcionamento da parte psicológica é obrigatório começar por estar constantemente atento às necessidades. Nem sempre precisamos de inspirar, mas também não é possível aguentar apenas a expirar. Também não é necessariamente verdade que o equilíbrio passe por dosear na mesma medida a inspiração e a expiração; em cada dia, semana ou mês, as doses necessárias de cada um vão variando. Então, quem as determina? A vida. É a ela que temos de estar atentos.

 

Se conseguimos fazer um bom diagnóstico do que a vida nos exige em cada momento, perfeito: facilmente gerimos o tempo e regulamos o ritmo. Na verdade, não é algo assim tão complicado de fazer, pois é natural que estejamos constantemente atentos aos desafios do nosso caminho. Mas sempre que nos descuidarmos na atenção ou avaliarmos mal os desafios, as coisas podem correr bastante mal. Expirar em demasia quando a vida nos pede que dediquemos uma boa parte à inspiração (e vice-versa, claro) pode ser um grande problema.

 

Evitar o problema de uma respiração desregulada é uma responsabilidade exclusivamente pessoal. Ninguém pode substituir outrem nessa tarefa. Já as consequências de uma respiração desregulada não se cingem apenas à pessoa que a origina, mas alastram-se a todas aquelas que, de um modo forte e contínuo, lhe estão ligadas afectivamente. E este, sim, é o verdadeiro problema.

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publicado por José Oliveira às 08:27

26.08.09

 

Este foi o caminho que escolhemos para as férias que mudaram a nossa Vida. Invadimos cumplicemente o espaço do outro, elevando a nossa intimidade a um novo nível. Ainda estou a saborear a realidade explorada, mas não tenho dúvida de que conquistámos um lugar mais firme e íntimo no espaço do outro, tal como queria. Não sei se foi um teste, um exemplo, uma prova, um aperitivo, ou tudo isto. Sei que foi fantástico e isso chega-me.

 

publicado por José Oliveira às 01:12

13.08.09

De regresso de Sevilha e ainda sem parar, já preparo outra viagem. Muito diferente de todas as que já fiz, esta terá uma particularidade incrivelmente especial. Seremos dois - e todo o resto do mundo - a viver para nós. Sei que irei lamentar a teimosia dos relógios em jamais pararem. Sei que não me desligarei por completo do que deixo aqui. Sei que não será a viagem idealmente perfeita, mas será a nossa viagem. A tão desejada e procurada viagem. Um teste, um exemplo, uma prova, um aperitivo, uma primeira viagem num espaço ainda muito pouco explorado por nós: o espaço do outro.

publicado por José Oliveira às 01:55

17.07.09

Por tudo o que conquistaste, por tudo o que és, estás de parabéns. Amo-te.

publicado por José Oliveira às 07:41

14.06.09

Cântico de Entrada:

 

"Ouço a Tua Palavra,

Faço dela a minha vida

Mandamento que salva

E me aponta uma saída:

Ensinas novos caminhos

No caminho que nos resta...

Já não estamos sozinhos,

Vens connosco fazer festa.

 

Festa, festa, festa da Palavra

Festa, festa, festa do Amor

Festa, festa, o Teu Corpo e Sangue

É nossa festa, Senhor!"

 

 

 

Ofertório:

 

Escutar (Silêncio)

 

 

 

Acolher (Braços Abertos)

Abba, depois de te oferecermos o nosso silêncio como sinal da nossa vontade de estarmos atentos para te escutar, oferecemos-te agora a nossa disponibilidade para te acolher, simbolizada nestes braços abertos.

 

Transformar (Sorrir)

É com os braços bem abertos que queremos receber a transformação que a Palavra do Teu Amor provoca em nós. Assim, oferecemos-te a nossa vontade de sermos transformados constantemente.

Saborear (Abraço)

Como é bom ser transformado! Mas é necessária sabedoria para viver tudo isto num grande abraço. E é exactamente o desejo de o conseguir que te oferecemos neste momento. Sem a capacidade de saborear a transformação, nunca seríamos capazes de avançar.

 

Anunciar (Ir)

E que sentido teria tudo isto se ficássemos por aqui? Temos mesmo que avançar! Porque não dá para te guardar! Oferecemos-te a nossa jovem loucura e irreverência de querer anunciar-te. Só assim faz sentido!

 

publicado por José Oliveira às 19:30

30.03.09

Pela minha vida tem passado uma dinâmica renovadora. Tenho vindo a mudar mas não por minha iniciativa. Aliás, em nenhum momento da minha vida eu mudei por minha iniciativa. Porém, já achei que sim. Já achei que era eu que provocava a mudança. Já achei que podia decidir quando queria estar mais sorridente, mais feliz. Como estava enganado…

 

Mas, afinal, o que mudou? O que foi que aprendi para descobrir que estava enganado? Nada. Não aprendi nada. Porque aquilo que nos renova não se aprende. Porque aquilo que nos renova ultrapassa completamente o domínio do saber. Só as relações são capazes de nos renovar. Só o Amor pode fazê-lo.

 

Foi isto que mudou. A descoberta de que as relações são as únicas a poder renovar a dinâmica com que vivo está a ser uma descoberta fantástica. Uma descoberta proporcionada por Ti, que colocas pessoas especiais no meu caminho. É por elas que te agradeço, Pai. Por terem sede de viver ao jeito do Teu Filho…

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publicado por José Oliveira às 00:33

20.03.09

 

José Oliveira, 2007

 

Não me mostres o teu lado feliz

A luz do teu rosto quando sorris

Faz-me crer que tudo em ti é risonho

Como se viesses do fundo de um sonho

 

Não me abras assim o teu mundo

O teu lado solar só dura um segundo

Não é por ele que te quero amar

Embora seja ele que me esteja a enganar

 

Toda a alma tem uma face negra

Nem eu nem tu fugimos à regra

Tiremos à expressão todo o dramatismo

Por ser para ti eu uso um eufemismo

Chamemos-lhe apenas o lado lunar

Mostra-me o teu lado lunar

 

Desvenda-me o teu lado malsão

O túnel secreto, a loja de horrores

A arca escondida debaixo do chão

Com poeira de sonhos e ruínas de amor

 

Eu hei-de te amar por esse lado escuro

Com lados felizes eu já não me iludo

Se resistir à treva é um amor seguro

À prova de bala, à prova de tudo

 

Toda a alma tem uma face negra

Nem eu nem tu fugimos à regra

Tiremos à expressão todo o dramatismo

Por ser para ti eu uso um eufemismo

Chamemos-lhe apenas o lado lunar

Mostra-me o teu lado lunar

 

Mostra-me o avesso da tua alma

Conhecê-lo é tudo o que eu preciso

Para poder gostar mais dessa luz falsa

Que ilumina as arcadas do teu sorriso

 

Não é por ela que te quero amar

Embora seja ela que me vai enganar

Se mostrares agora o teu lado lunar

Mesmo às escuras eu não vou reclamar

 

Toda a alma tem uma face negra

Nem eu nem tu fugimos à regra

Tiremos à expressão todo o dramatismo

Por ser para ti eu uso um eufemismo

Chamemos-lhe apenas o lado lunar

Mostra-me o teu lado lunar

 

 

Rui Veloso in Lado Lunar, 1995

publicado por José Oliveira às 15:27

03.03.09

Já sentia saudade (essa palavra tão portuguesa) de saborear o tempo de forma folgada. É verdade que estive 2 meses seguidos sem ter uma única aula, mas a pressão dos exames era demasiada para me permitir encarar isso de forma claramente positiva. Os exames terminaram, veio o Carnaval e começaram as aulas.

 

O Carnaval permitiu-me dar um salto a outro mundo de forma a ganhar força para encarar o segundo semestre. Foi importante mas não me permitiu pautar o ritmo. O ritmo foi acelerado e eu quis acompanhá-lo para elevar a moral a um nível sorridente. Mas isto não seria suficiente para me estabilizar por completo. Faltava-me a oportunidade de saborear tudo isto com calma e de forma prolongada. Saborear o tempo de forma folgada.

 

As aulas apareceram antes de ter tempo para pensar nelas. Obrigaram-me a procurar uma rotina horária e a dividir o meu tempo de forma inteligente. Essas tarefas ainda não estão realizadas e existe um motivo forte para o justificar: a necessidade que estava por satisfazer. Sim, saborear o tempo de forma folgada! Precisava de o fazer e, com um ritmo baixo nas aulas e poucas obrigações adicionais, consegui fazê-lo.

 

Agora sim, sinto-me mais forte para agarrar o semestre. Semestre que promete dar bastante trabalho. 11 testes em 12 semanas e meia, a começar no dia 20 deste mês. Let's go.

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publicado por José Oliveira às 20:54

01.03.09

Os propósitos do Carnaval não têm, para mim, grande significado. Vivo o jejum e a abstinência como experiências de fé e não como experiências físicas, por isso, os dias gordos de "adeus à carne" que estão na origem do Carnaval não me motivam a festejá-lo. Contudo, ao longo da minha vida, lembro-me de estar festivo em quase todos os anos por essa altura. Porquê?

 

Durante muitos anos isso aconteceu por influência das circunstâncias. Não tinha capacidade para me questionar sobre os motivos que me faziam festejar aquela ocasião. Se me levavam a festejar, eu festejava. Simples. Porém, a situação foi-se alterando de forma bastante natural. Como me faltavam motivos para festejar o Carnaval, só festejava nessa altura quando se criava algum propósito alheio ao período em questão. E, como isso nem sempre aconteceu, houve anos em que a época do Carnaval se resumiu a um fim-de-semana prolongado. Preocupante? Pelo facto de não festejar o Carnaval na sua essência, não. Pelo facto de não se criar o tal propósito alheio, sim. Porquê?

 

A força de uma comunidade vê-se na forma como vive: o fervor com que anuncia, a disponibilidade com que partilha os seus dons, a coragem com que percorre o caminho, a intimidade com que ora e a força com que se reúne. A força com que se reúne. A reunião da comunidade tornou-se no tal propósito alheio ao Carnaval que me fazia festejar por essa altura. Eram sempre grandes momentos de comunidade que fortaleciam todos os que os experimentavam e, por isso mesmo, a falta desses momentos era preocupante. Sendo a época do Carnaval uma oportunidade para a comunidade se reunir e sendo a reunião uma das formas de fortalecer a comunidade, era preocupante o facto de não se aproveitar a época do Carnaval.

 

Mas neste ano voltámos a aproveitar a oportunidade. Neste ano voltámos a fortalecermo-nos e a unir-nos à volta da mesma mesa. Neste ano voltámos a transformar a tal festa desprovida de grande sentido em excelentes momentos de comunidade. Porque não é sempre assim? Porque não procuramos aproveitar todas as oportunidades para nos reunirmos? Penso que não sou o único a sentir falta de mais momentos que nos fortaleçam e nos unam, como este último Carnaval. O mais importante e mais fortalecedor que já vivi. O melhor Carnaval da minha vida.

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publicado por José Oliveira às 08:33

23.01.09

Com alguma frequência vou criando novos sonhos. É a única forma de me alimentar. Os mais básicos mas também mais ambiciosos vão-se mantendo ao longo dos anos e não tenciono largá-los. Pelo contrário. Faço questão de me manter bem agarrado a cada um deles mas só esses não chegam para pintar a tela por inteiro e não me dou por satisfeito quando ainda vejo espaços em branco. Tentando preenchê-los, o meu pensamento fantasia sobre tudo e isso vai transformando o quadro.

 

Ultimamente, os pensamentos transformam-se de forma recorrente em viagens. Mais longas, menos concretizáveis, mais tentadoras, menos dispendiosas. Com muitos mais e menos; com muitos prós e contras. Todas começam por ser sonhos mas todas me fazem sonhar. Já ganhei o gosto de viajar sem nunca o ter feito em grande medida. Quero ir. Ir porque preciso, porque deve ser bom, pela companhia, pela experiência, pela novidade. Não é sempre desafiante?

 

Não sou capaz de estabelecer prioridades entre os vários sonhos. Quero concretizá-los todos, é tudo o que sei. As oportunidades ditarão a sua ordem porque a pintura de um quadro não se força. Tem de resultar de uma divina inspiração. É assim que quero que mais um inter-rail, uma experiência Erasmus e uma viagem no California Zephyr surjam. Porque preciso, porque deve ser bom, pela companhia, pela experiência, pela novidade. Ou por nada disto. Porque uma viagem transforma sempre os seus motivos e objectivos.

 

E no fim há que voltar. Voltar a sonhar.

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publicado por José Oliveira às 16:21

25.10.08

Grita Bem Alto é um novo espaço. Não só meu, mas também meu. Este espaço cria a oportunidade de gritar bem alto e escutar bem atentamente tudo aquilo que é capaz de mudar a minha Vida de forma simples e criativa. Tal como gosto.

 

Espero que a oportunidade se vá concretizando.

publicado por José Oliveira às 01:43

13.10.07

Graças Te dou, pelas manhãs
Plenas de luz, fontes de amor,
Graças te dou, p'lo meu viver,
Tu que és a vida,
Que és o meu guia,
Para ti graças Te dou.

Graças Te dou, pelo amanhã,
Que a todos nós fazes chegar,
Graças Te dou, pela esperança,
Tu que és a vida,
Que és o meu guia,
Para ti graças Te dou.

Graças Te dou, porque encontrei
Em ti o amor que eu procurei,
Graças Te dou, por ser feliz,
Tu que és a vida,
Que és o meu guia,
Para ti graças Te dou.

13.10.2007, Jovens Redentoristas
publicado por José Oliveira às 22:44

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